Artificial Insemination in Japan (AI)

Hi everyone. This is my second translation to English. I apologize for grammar mistakes. I have translated one post about fertility clinics in Japan. Now, I would like to translate this one about AI. In the near future I will have some translation about IVF and more.

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My first stage of treatment in Japan, was with Clomid, for about 7 months (normally it’s better only 3 cycles). The second step is the AI. For this, is necessary to take more tests blood (again). It includes AIDS and all sexual diseases. The husband or boyfriend also needs it. More important, is time for spermogram.

Sadly, its also time for the painful hysterosalpingography. This exam is almost the same all over the world. I think in Japan its a little more efficient.

According to my research online, in Brazil, its necessary to drink a laxative one day before. In Japan it was not necessary. It is only important to be fasting. Also, some Brazilians told me they got some analgesic, what I didn’t.

Japanese don’t believe too much in strong medicine, like we do in Brazil and probably in America. That’s the reason I did not take any medication for my exam. In Japan it took about 5 minutes to have it done. In Brazil it takes 20 minutes.

Positive side in Japan, is that all exams can be made at the own clinic. In Brazil, its necessary to go to a special laboratory.

 

I was told it does not hurt, but it can cause some discomfort, like a menstrual cramps. To me it was bad. I felt too much pain. One nurse was all the time holding my hands. And that was all the “medication” I got.

The result was ready in two days. Unfortunately, the insurance do not cover it. I paid around 300 dollars for it.

Artificial Insemination

AI is the second stage of the treatment here in Japan. It’s not complicated, very simple. Again, it’s necessary ovarian induction (Clomid). Every 2 days I went to the clinic for the ultra sonogram, plus the hCG injection.

When the body is ready (around 36 hours after the injection) its time to go back. In my clinic it was important to show before 8 am. For the sperm collection, the husband cant not go to the clinic. The wife brings the sperm between 2 hours after he donated.

Everything is very well organized. After walk in, put the sperm in a box and wait the doctor calls. It takes about 20 minutes and the doctor speaks about the sperm quality at that cycle. Go to a different room and have the AI. Lie down for 5 minutes and all good to go back home or to work.

 

After AI

For the next days its necessary to go to the clinic and check for the egg growing. I may be wrong, I can’t remember, but I think its given one more injection. AI it’s made only 3 times in most of the cases.

Prices.

I think AI in Japan will cost around 300 dollars per cycle.

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Fertility Clinic in Japan

I have posted about Fertility Clinic in my native language, Portuguese. I decided to post in English as well, because I know how it can help someone out there. My apologize in advance, my English/grammar is not perfect.

There are many fertility clinics in Japan. The biggest and famous ones are located in Tokyo, Osaka and Yokohama. Every single article I read online, said that its better looking for the one with successful rates of pregnancy.

That’s about right, but I also believe that a clinic that is near to your home is also important. Many treatments has strict schedule, it is painful and has some restrictions as driving.

I opted for a clinic neat my way to work. It’s not in Tokyo, but its near and its a small hospital. After months trying to have a baby, and working in 3 different locations, the last thing I wanted was to go to Tokyo every week for injections, exams and medications.

In Japan, the couple is considered having infertile problems, after one year trying naturally. First step is simple. The woman needs to take all routine exams, sexual diseases, bacteria and virus blood test. Besides, diabetes and hormonal.

Six months

In my case (and most of the women in my clinic), started with Clomid (stimulated ovulation). The doctor will check the woman’s uterus every week and indicates the best day for having sex and conceive.

The ideal is only taking 6 cycles of Clomid. For 6 months I didn’t have any side effect, what it would be not the case as the treatment goes farther.

Nothing happened, I didn’t get pregnant, and not it’s time for the man also get checked. I will translate all the others steps in Japan. (IFV, IUI and more).

Prices

I have National Insurance. In 6 months it covered everything. Of course, you still have to pay (If you already live in Japan, knows what I am talking about). Every appointment was around 2000 iens. Clomid was 500 iens, and there were the injections that I don’t remember the price.

Suplementos para tomar e engravidar. No Japão não é fácil não.

No Japão é difícil o médico indicar vitaminas e suplementos para o pré-natal. Como estou tentando engravidar há algum tempo, tomei a iniciativa de auto medicar-me. Porém não fiz as cegas. Li um livro maravilhoso chamdo Making Babies (Sami S. David e Jill Blakeway).

Existem muitos remédios da medicina chinesa que podemos tentar, além das vitaminas encontradas ‘over the counter’. Só não podemos tomar sem indicação. Como estou no Japão, não consigo achar médicos tão facilmente assim (leia-se da medicina chinesa).

Por isso resolvi ler o livro mencionado e aprender por mim, tem vários remédios mencionados que resolvi não tomar, devido aos efeitos colaterais. De qualquer forma, ao menos dois são importantes para as tentantes. O ácido fólico e também algum complexo multivitaminico.

Abaixo, na esqueda foto do Goji berry (diz que ajuda a fertilidade). Não irei explicar cada suplemento, pois é errado, cada corpo precisa de coisas diferentes.

Dica, consulte sempre seu médico antes de tomar. Apenas o complexo multivitaminico e ácido fólico são salvos.

Fertilização in Vitro no Japão – FIV no Japão

Passei por oito cilcos de Clomid e três inseminações artificiais, antes de partir para a fertilização em vitro (FIV). Em um outro post falarei sobre os pontos positivos e negativos das clinicas de fertilidade japonesas, e será um artigo longo, mas muito mesmo. Este post é mais técnico e “seco”.

Existem inúmeras clínicas de FIV, não tive muita escolha, como já relatei. Depois de frustrantes tentativas, realizei esse último procedimento. O primeiro passo é fazer todos os exames de doenças sexuais transmissíveis, diabetes, tireóide, pressão e hormonal. Fora todos os demais já realizados ao longo dos 13 meses de tentativa.

Uma vez assinando papéis para FIV, não tem mais volta, nem convênio e sobra dor. Todo mundo fala sobre a ‘mini FIV’, por ter sido criada no Japão, menos invasiva e mais barata. Porém, não são tão populares como a mídia relata.

A minha FIV foi a traditional. Enquato esperava meus exames ficarem prontos, aprendi a injetar a infeção em mim mesma. Tive uma hora de “aula”, e como não sabia ainda qual tipo seria a minha, aprendi os dois métodos. Paguei cerca de R$ 120 para aprender, somando o valor de R$ 100 da interprete.

Com os resultados em mãos, descobri que meu tipo seria antagonista. Descubra os tipos de FIV aqui.

As injeções

Depois de dois ou três dias que a menstruação descer, é necessário ir até a clínica, ligar avisando que irá começar a FIV. Eu tive o azar de coincidir com um feriado, mas no fim deu tudo certo. Nesse dia são entregues a primeiras injeções e o kit gazes, algodão, entre os demais items necessários. Tudo tem um preço, logicamente.

Apenas uma injeção custou cerca de R$ 600, e eu tive 13 delas. Fora as várias visitas ao médico ao longo da semana (e tudo sem poder usar o convênio).

O processo de injeção é rigoso, hora certa, aplicação correta, e por aí vai. Todo é muito bem explicado pelas enfermeiras.

Não recordo valores nesse momento, mas acho que as injeções + os kits ficou em torno de R$ 7 mil reais.

Na foto abaixo, as duas últimas injeções – que são diferentes das demais.

 

Retirada dos ovulos

Após todas as injeções finalizadas, é necessário ir até o médico para exame de sangue e exame. Haverá um intervalo de um ou dois dias, depende de cada mulher. No dia da retirada dos óvulos é necessário estar em jejum e comparecer cedo na clínica.

É necessário levar absorvente noturno, calcinha para o período menstrual, o esperma do meu marido (no caso, eu pedi para ele fazer a coleta no consultório), lanche e água.

Cheguei antes das 8 horas da manhã, meu marido foi para a coleta, não consegui dar tchau para ele, pois não deixaram. Fiquei chateada, pois estava com medo e queria um pouco de caranho antes de ir para o centro cirurgico.

Fui a primeira paciente do dia, mas eu seria a terceira a realizar a retirada. Primeiro tem que esvaziar a bexiga. Colocar o avental cirúrgico e esperar a enfermeira para a colocação do supositório (pain killer). Estava com medo, pois nunca fiz nenhuma cirurgia e nunca tomei anestesia.

Pelos documentos que assinei e li, eu teria anestesia geral, mas não foi o que aconteceu e só descobri na hora.

Sei que a ‘mini FIV” é feita sem anestesia, por isso o preço cai, por outro lado, a mulher não produz tanto óvulos. (Imagino que a dor também é menor). A minha foi a FIV normal, não a mini. Eu queria a tal da geral como é feito no Brasil e nos Estados Unidos. A dor é horrível.

Eu havia pago R$ 600 por algo que achei que fosse preparo da anestesia, mas era apenas a máscara de óxido nitroso (em pequena quantidade). Fiquei relaxada por 5 minutos, até a dor começar. Foi até engraçado, pois não sabia o que esperar da anestesia. Quando o médico chegou, preparou os instrumentos, eu não senti nada, então achei que a retirada já havia começado e eu não senti nada. Mero enquanto.

Senti muita dor durante todo o procedimento, escutei o barulho dos aparelhos retirando os óvulos (um pouco assustador). As enfermeiras ficaram segundo a minha mão, alisando minha cabeça e mãos, mas eu não aguentei de tanta dor, gemi mesmo, mas eu queria era gritar.

Eu tinha 30 óvulos, minha barriga estava do tamanho de uma grávida de 4 meses. Imagina a dor, sem contar que tenho uma tuba obstruída.

Detalhe importante, durante seis dias das injeções minha barriga estava sem dor, no sétimo dia, a barriga estava enorme, difícil de andar e super dolorida.

Descanso

Li muitos relatos na internet de mulhers brasileiras e americanas, que ficam o dia todo na clínica em repouso para recuperação. Eu gostaria de ter ficado deitada pelo menos por uma hora. Mas, somos “empurradas” para ficar apenas 15 minutos.

Ao voltar para minha cama, tomei meu café da manhã e bebi minha água. Fui ao banheiro, já que é obrigatório e depois a enfermeira chegou por sangramento, que o meu foi quase invisível (bom sinal).

Foi uma experiência horrível, dolorida fisicamente e pscicologicamente.

O riso de infecções e sangramentos é muito alto, deve ser por isso que temos o repouso (não no Japão). Sem contar, que não temos carro aqui, subimos inúmeras escadas e pegamos inúmeros trens. A única coisa que eu queria era deitar e estar em casa.

Observação, no dia coleta não pode usar maquiagem, cremes, acessórios e esmalte. As unhas devem estar bem feitas e limpas. Banho é só permitido na parte da noite e não pode entrar na banheira (lembrando que no Japão, a maioria das famílias fazem ofurô – e não chuveiro).

Nesse dia deixei mais R$ 6000 na clínica.

O congelamento

Tive 30 ovos, desses 30 somente 17 eram úteis e apenas 5 foram congelados e um inserido dois dia após a coleta. Os demais não fecundaram ou eram de má qualidade.

O preço para congelar (varia de clínica para clínica) é de R$ 1700 por embrião, mais R$1000 por congelamento de embrião de 5 dias (que é já feito sem pedir) – lembrando que este mil é por embrião, de novo. Para descongelar custa R$ 540 e R$ 1700 para implantar.

Depois da transferência

O médica deve receitar o progesterona via vaginal por duas semanas (pode variar). No Japão o preço foi de R$ 600.

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Esse é uma explicação de como colocar o progesterona via vaginal. Detalhe que explicam tudo muito detalhadamente. 

Casamento entre brasileiro e estrangeiro no Japão

Casar deveria ter aquela magia, aquele momento especial e friozinho na barriga entre os noivos. No meu caso, foi tudo diferente. Estava tentando engraviar antes de estar oficialmente casada, já estava morando com meu noivo, a festa de casamento seria antes do casamento oficial e assim vai a mais não tradicional noiva, e agora esposa.

Sou brasileira, nascida de pai imigrante japonês e mãe brasileira. Estou no Japão e casei com americano. O processo de casamento terá três etapas, mas contarei como foi a primeira, pois foi a única realizada até o momento. Ao concluir as demais, escrevei como foi todo o processo.

Casar no Japão foi bem mais fácil do que imaginei. A parte chata foi a preparação dos papéis. Precisei da segunda via da certidão de nascimento. Esta, precisa estar com a data de 6 meses antes do pedido da declaração de estado civil.

Pesquisei no Japão, alguns serviços aqui entram em contato com o Brasil e fornecem a certidão por R$800. Muito caro, liguei para o meu pai e pedi para ele provindenciar e enviar pelos correios. Ao todo ele deve ter gasto R$ 50 reais. Infelizmente algumas pessoas não tem para quem pedir e acaba tercerizando.

A parte mais chata foi conseguir essa declaraçaõ de estado civil. Os documentos necessários podem ser visto no site do consulado, clicando aqui. O ponto que quero resaltar é: Duas testemunhas são necessárias. Tem que ser brasileiras e irem até o consulado com o declarante. Isso é um saco, primeiro porque as pessoas precisam tirar um dia de folga, o que no Japão é um pouco inconvinente; segundo, porque às vezes, o declarante pode não ter ninguém para ser testamunha.

Eu não trabalho em fábrica e quando trabalhei só tinha uma brasileira. Hoje trabalho em escola, onde só tem japonês, e meu marido é americano. Olha a situação! Duas semanas antes de ir ao consulado com as testemunhas, havia ido num restaurante brasileiro. Conheci a cozinheira, trocamos facebook e na maior cara de pau pedi para ela ir comigo.

Eu, super loucona da vida, parecia desesperada e ela foi! Achei bacana da parte dela comparecer. Mal conhecia, não sabia nada da minha vida. Lição aprendida, se alguém um dia precisar de ajuda, eu ajudarei. Lógico, não vou financiar ninguém, mas esse tipo de serviço consular não tem tanto perigo assim. Achei muito legal da parte dela, e arigatou né.

Da parte americana.

O americano também precisa apresentar alguns documentos e o tal da declaração de estado civil. O americano precisa ir até o consulado dele, mas não precisa de testemunha. Oba, ponto positivo né gente. Poxa, é muita sacanagem esse negócio de testemunha gente! Tipo eu, eu arrumei um amigo para ir comigo e uma recém conhecida.

Das duas partes

Antes de dar entrada no pedido de casamento, tem que pegar um papel e preenhcer os dados. Precisa ser em japonês, por isso pagamos uma pessoa para preencher e ser nossa interpréte no dia do casamento. Isso é fundamental e é exigência da prefeitura, em caso do casal não falar o idioma.

Alguns cidades possuem interpretes voluntários, mas deve ser onde a concetração de brasileiro é maior. Papéis preenchidos, documentos e cópias feitas, é hora de ir até a prefeitura. Vou listar os documentos necessários, mas cada município é diferente, pode ser que em alguns peçam mais coisas ou menos.

Para nós foi necessário: passaporte, comprovante de residência (emitido pela prefeitura e com validade de seis meses), declaração de estado civil, identificação japonesa – Zairyo Card, papel de solicitaçaõ de casamento já preenchido). Duas testemunhas com han (garimbo japonês) e identificação.

Necessário que as testemunhas estejam presentes no dia. Embora, eu achei totalmente desnecessário, mas ok, vamos lá né.

Sei que no Brasil, e até nos Estados Unidos, as pessoas vão até o cartário, elegantes, até podem levar fotógrafos e realizam lá a “cerimônia”. No Japão não tem nada de elegante, super simples, é como ir na prefeitura para pagar débito.

O certificado de acepção do casamento sai na hora, mas o certificado maior e bonito, demora uma semana. Pagamos cerca de R$ 100 reais.

Agora, teremos que notarizar em nossos consulados para que tenham validade em nossos países. Ainda estou organizando os papéis para isso, então farei um post à parte.

Alteração do nome

Casamento entre brasileiro(a) e japonês(a) a alteração do nome pode ser feita na prefeitura. Caso seja entre dois brasileiros, também. No caso de brasileiro e outro estrangeiro, tem que ser feita a alteração consular. Ainda estou aprendendo sobre isso, logo espero poder contar como foi a experiência.

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Formulário para dar entrada no pedido de casamento.